Para inspirar o fim de semana e esperar a vinda deles.
Mostrando postagens com marcador o que toca na minha vitrola. Mostrar todas as postagens
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18 de março de 2009
Two For The Road
Ann e Cooper se conheceram e se separaram ainda nos tempos de colégio. Mas não era uma história qualquer para terminar junto com o ano letivo. Eles tinham o que chamamos de química e partilhavam afinidades e sonhos.
Dez anos depois, eles se encontram e resolvem seguir juntos numa viagem de carro em busca dos seus sonhos. Uma chance única e última para tornar realidade os devaneios lúcidos de antes.
Essa é a história do mais novo projeto do produtor Marc Collin (produtor também do Nouvelle Vague), chamado Two For The Road, numa referência ao filme homônimo de 1967, dirigido por Stanley Donen, estrelado por Audrey Hepburn e Albert Finney. Nos vocais, a cantora dinamarquesa Katrine Ottosen e o cantor ítalo-americano Valente (Ann e Cooper, respectivamente).
Um disco para ouvir a dois ou a sós. Deixo aqui uma espécie de clipe da música que leva o nome do disco. No vídeo, cenas do filme de 67.
Dá vontade de viajar a dois. Uma delícia.
Ann e Cooper se conheceram e se separaram ainda nos tempos de colégio. Mas não era uma história qualquer para terminar junto com o ano letivo. Eles tinham o que chamamos de química e partilhavam afinidades e sonhos.
Dez anos depois, eles se encontram e resolvem seguir juntos numa viagem de carro em busca dos seus sonhos. Uma chance única e última para tornar realidade os devaneios lúcidos de antes.
Essa é a história do mais novo projeto do produtor Marc Collin (produtor também do Nouvelle Vague), chamado Two For The Road, numa referência ao filme homônimo de 1967, dirigido por Stanley Donen, estrelado por Audrey Hepburn e Albert Finney. Nos vocais, a cantora dinamarquesa Katrine Ottosen e o cantor ítalo-americano Valente (Ann e Cooper, respectivamente).
Um disco para ouvir a dois ou a sós. Deixo aqui uma espécie de clipe da música que leva o nome do disco. No vídeo, cenas do filme de 67.
Dá vontade de viajar a dois. Uma delícia.
21 de maio de 2008
14 de maio de 2008
My way
Ai que saudades eu tenho do Sinatra... Quando ele faleceu, eu tinha 18 anos, não fumava nem bebia, mas achava um charme sem igual aquele cigarro que ele ostentava numa das mãos e o copo de uísque na outra. Lembro que meu pai chorou quando soube da morte, e ouviu todos os vinis que tinham lá em casa. Lembro que me deu vontade de chorar quando vi as matérias, ouvi as músicas e vi meu pai derramar lágrimas por alguém que nem conhecia, mas que gostava tanto.
Hoje acordei com meu pai ouvindo e vendo as homenagens à morte do Sinatra. Senti-me com 18 anos, vendo meu pai lacrimejar os olhos e se emocionar como há 10 anos. Hoje ostento um cigarro numa das mãos (de vez em quando uma dose de uísque na outra) e uma vontade de sentar e ouvir – agora – os meus vinis tão queridos dele.
Herdei algumas coisas do meu pai e, uma delas é essa paixão pelo Sinatra e essa saudade que parece não ter fim.
Com vocês, uma das parcerias mas lindas dele - com Tom Jobim. Uma coisa é certa, se ele não fosse americano, seria carioca. Um charme só.
Sobremesa: "Yes there were times, I'm sure you knew/ when I bit off more than I could chew/ but through it all when there was doubt/ I ate it up and spit it out/ I faced it all and I stood tall/ And did it my way". (My Way, com aquela voz e aqueles olhos azuis, inconfundíveis).
Ai que saudades eu tenho do Sinatra... Quando ele faleceu, eu tinha 18 anos, não fumava nem bebia, mas achava um charme sem igual aquele cigarro que ele ostentava numa das mãos e o copo de uísque na outra. Lembro que meu pai chorou quando soube da morte, e ouviu todos os vinis que tinham lá em casa. Lembro que me deu vontade de chorar quando vi as matérias, ouvi as músicas e vi meu pai derramar lágrimas por alguém que nem conhecia, mas que gostava tanto.
Hoje acordei com meu pai ouvindo e vendo as homenagens à morte do Sinatra. Senti-me com 18 anos, vendo meu pai lacrimejar os olhos e se emocionar como há 10 anos. Hoje ostento um cigarro numa das mãos (de vez em quando uma dose de uísque na outra) e uma vontade de sentar e ouvir – agora – os meus vinis tão queridos dele.
Herdei algumas coisas do meu pai e, uma delas é essa paixão pelo Sinatra e essa saudade que parece não ter fim.
Com vocês, uma das parcerias mas lindas dele - com Tom Jobim. Uma coisa é certa, se ele não fosse americano, seria carioca. Um charme só.
Sobremesa: "Yes there were times, I'm sure you knew/ when I bit off more than I could chew/ but through it all when there was doubt/ I ate it up and spit it out/ I faced it all and I stood tall/ And did it my way". (My Way, com aquela voz e aqueles olhos azuis, inconfundíveis).
23 de abril de 2008
Meu primeiro meme (indicado por Igor), e acho que o mais difícil de responder – eleger os 5 discos que me influenciaram ou mais me marcaram. Sou fã de listas, mas 5 é covardia. Injustiças serão inevitáveis, mas admito que foi uma delícia revirar a estante e a memória pra fazer o top 5 da minha vitrola-cachola. O critério foi de ordem cronológica que cada um deles chegou aos meus ouvidos.
Abbey Road – The Beatles (1969)

Eu cresci ouvindo Beatles, meu pai gostava até das versões da Jovem Guarda. Foi difícil escolher um álbum preferido, mas o Abbey Road contém algumas das músicas que mais gosto da banda – “Oh! Darling”, “I want you (She’s so heavy)”, “Something”, “Because” e “She came in through the bathroom window”. Acho até que caberia um top 5 só de discos deles (mas isso é uma opinião de fã. rs).
Ontem vi o musical “Across the universe”. Achei o filme lindo, com uma perfeita escolha de músicas, que passeia por todas as fases do FabFour. Recomendo o filme e, principalmente o(s) disco(s). Há quem discorde, mas pra mim eles foram a melhor banda de rock de todos os tempos.
Life - The Cardigans (1994)

A primeira música que ouvi do Cardigans foi “Rise and Shine”. Um dia, andando no shopping, encontrei esse disco por R$ 14,00. Para não ter dúvidas, pedi pra ouvir. Não foi preciso ir além da primeira faixa - “Carnival” - pra decidir levá-lo. É, com certeza, um dos discos da minha vida. Pop rock cheio de influências sessentistas, marcado pela voz inconfundível da Nina Persson. E, para minha surpresa, lá no finzinho do disco, encontro um belíssimo cover do Black Sabbath, “Sabbath bloody Sabbath”. Os discos seguintes da banda também são adoráveis e bem diferentes deste primeiro. Ainda assim, o Life continua sendo o melhor – em minha opinião. Um disco para ser ouvido num dia de sol. Um disco pra deixar a gente feliz.
Os Afro sambas – Baden Powell e Vinícius de Moraes (1966)

Uma das junções mais perfeitas da música. Baden é um gênio, de uma precisão e honestidade que me emocionam. Esse disco – que não tem nada a ver com a Bossa Nova – marca a passagem (ou seria viagem?) dos dois aos terreiros de candomblé, regadas a doses diversas de uísque escocês. É visceral, pesado. Não há como passar ileso ao violão de Baden ou às letras de Vinícius. Descobri esse disco já adulta (apesar do meu pai ouvir os dois desde a minha infância). E sempre que ouço me soa forte, como se chegasse na alma da gente.
Quando Baden virou evangélico, renegou esse álbum. Se é demoníaco eu não sei, mas “pergunte pr'o seu Orixá, o amor só é bom se doer”.
Bloco do Eu Sozinho – Los Hermanos (2001)

Eu detesto Anna Júlia (até hoje) e relutei ouvir qualquer coisa da banda por culpa dessa música. Mas um dia vendo a mtv (num tempo em que tinha mais música), vi o clipe de “Todo carnaval tem seu fim”. Acho que chorei quando vi aquele confete caindo ao som dos metais. Uns dias depois comprei o disco num site. O universo carnavalesco sempre me deixou nesse misto de alegria e tristeza, e esse disco me soa exatamente assim: me emociona a melancolia das letras mas ao mesmo tempo as melodias me deixam feliz. Mais feliz ainda por ter descoberto essa banda. Fui para todos os shows no circuito Paraíba-Pernambuco, e num deles, consegui levar meus pais (minha mãe adora LH). Os discos seguintes, Ventura e 4 são lindos, mas o Bloco... é meu xodó. Pode dizer que é emo, pseudo-intelectual, o que for. Esse disco pra mim é phoda. E tenho dito, ouvido, cantado... até o apagar da velha chama.
Oh! The Grandeur – Andrew Bird (1999)

A mais nova paixão da estante. Minha irmã me passou uma música dele (não desse álbum). Fui vasculhar (três vivas para a internet!!) e mon petit ami Leo baixou esse disco. O Andrew ganhou esse pseudônimo de “bird” por causa do seu assobio. È formado em música clássica e sabe experimentar sem perder o tom nem a graça. Esse disco é belíssimo, parece música francesa antiga (ele é americano). Um disco pra dançar (no melhor estilo cheek to cheek), ou enlouquecer com a primeira faixa “Candy shop”. Fechem os olhos, se imaginem num daqueles cafés bem charmosos (cabaret também combina muito), peçam uma dose e deliciem-se.
Os meus indicados:
Digs
Fermar
Sobremesa: "Oh honey pie my position is tragic/ come and show me the magic of your Hollywood song". (The Beatles)
Abbey Road – The Beatles (1969)

Eu cresci ouvindo Beatles, meu pai gostava até das versões da Jovem Guarda. Foi difícil escolher um álbum preferido, mas o Abbey Road contém algumas das músicas que mais gosto da banda – “Oh! Darling”, “I want you (She’s so heavy)”, “Something”, “Because” e “She came in through the bathroom window”. Acho até que caberia um top 5 só de discos deles (mas isso é uma opinião de fã. rs).
Ontem vi o musical “Across the universe”. Achei o filme lindo, com uma perfeita escolha de músicas, que passeia por todas as fases do FabFour. Recomendo o filme e, principalmente o(s) disco(s). Há quem discorde, mas pra mim eles foram a melhor banda de rock de todos os tempos.
Life - The Cardigans (1994)

A primeira música que ouvi do Cardigans foi “Rise and Shine”. Um dia, andando no shopping, encontrei esse disco por R$ 14,00. Para não ter dúvidas, pedi pra ouvir. Não foi preciso ir além da primeira faixa - “Carnival” - pra decidir levá-lo. É, com certeza, um dos discos da minha vida. Pop rock cheio de influências sessentistas, marcado pela voz inconfundível da Nina Persson. E, para minha surpresa, lá no finzinho do disco, encontro um belíssimo cover do Black Sabbath, “Sabbath bloody Sabbath”. Os discos seguintes da banda também são adoráveis e bem diferentes deste primeiro. Ainda assim, o Life continua sendo o melhor – em minha opinião. Um disco para ser ouvido num dia de sol. Um disco pra deixar a gente feliz.
Os Afro sambas – Baden Powell e Vinícius de Moraes (1966)

Uma das junções mais perfeitas da música. Baden é um gênio, de uma precisão e honestidade que me emocionam. Esse disco – que não tem nada a ver com a Bossa Nova – marca a passagem (ou seria viagem?) dos dois aos terreiros de candomblé, regadas a doses diversas de uísque escocês. É visceral, pesado. Não há como passar ileso ao violão de Baden ou às letras de Vinícius. Descobri esse disco já adulta (apesar do meu pai ouvir os dois desde a minha infância). E sempre que ouço me soa forte, como se chegasse na alma da gente.
Quando Baden virou evangélico, renegou esse álbum. Se é demoníaco eu não sei, mas “pergunte pr'o seu Orixá, o amor só é bom se doer”.
Bloco do Eu Sozinho – Los Hermanos (2001)

Eu detesto Anna Júlia (até hoje) e relutei ouvir qualquer coisa da banda por culpa dessa música. Mas um dia vendo a mtv (num tempo em que tinha mais música), vi o clipe de “Todo carnaval tem seu fim”. Acho que chorei quando vi aquele confete caindo ao som dos metais. Uns dias depois comprei o disco num site. O universo carnavalesco sempre me deixou nesse misto de alegria e tristeza, e esse disco me soa exatamente assim: me emociona a melancolia das letras mas ao mesmo tempo as melodias me deixam feliz. Mais feliz ainda por ter descoberto essa banda. Fui para todos os shows no circuito Paraíba-Pernambuco, e num deles, consegui levar meus pais (minha mãe adora LH). Os discos seguintes, Ventura e 4 são lindos, mas o Bloco... é meu xodó. Pode dizer que é emo, pseudo-intelectual, o que for. Esse disco pra mim é phoda. E tenho dito, ouvido, cantado... até o apagar da velha chama.
Oh! The Grandeur – Andrew Bird (1999)

A mais nova paixão da estante. Minha irmã me passou uma música dele (não desse álbum). Fui vasculhar (três vivas para a internet!!) e mon petit ami Leo baixou esse disco. O Andrew ganhou esse pseudônimo de “bird” por causa do seu assobio. È formado em música clássica e sabe experimentar sem perder o tom nem a graça. Esse disco é belíssimo, parece música francesa antiga (ele é americano). Um disco pra dançar (no melhor estilo cheek to cheek), ou enlouquecer com a primeira faixa “Candy shop”. Fechem os olhos, se imaginem num daqueles cafés bem charmosos (cabaret também combina muito), peçam uma dose e deliciem-se.
Os meus indicados:
Digs
Fermar
Sobremesa: "Oh honey pie my position is tragic/ come and show me the magic of your Hollywood song". (The Beatles)
28 de janeiro de 2008

people in the sun - edward hopper, 1960.
Música para um dia de verão.
"Quando penso nos amores virtuais
Nas maquininhas digitais
Fico sem saber como fazer pra me convencer
O genoma e os neurônios saltitantes
Ficam alegres e falantes
O futuro até parece com uma patada de elefante
E a natureza serve só para combustível
E tudo o que deixamos queimar, sem se importar
Parece que perdemos o senso e o juízo
E agora o mundo vai se esquentar".
(futurismo - kassin +2)
Pra quem quiser ouvir mais dos moços.
http://www.myspace.com/morenodomenicokassin2
Sobremesa: qualquer picolé de fruta, de preferência com um ipod dentro. ;)
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