
às vezes eu não sei quando é chuva ou quando é choro.
Acordar
Sonhar com você no inverno
é como aguçar a saudade
é como temperar com pimenta moída
e em seguida secar as lágrimas
com as mãos ainda sujas.
Ardência que chuva nenhuma ameniza
vontade grande e grave.
Te escrevo cartas com perfume e música
e os barcos que construo com elas
descem as ruas sem encontrar teu porto
à deriva, sigo esperando o verão.
Sobremesa: "Sossegue coração/ ainda não é agora/ a confusão prossegue/ sonhos a fora". (Paulo Leminski).

7 digestão:
Impossível ler enão lembrar da minha saudade cotidiana... Uma saudade tão má de uma pessoa tão boa.
E que venha o verão.
ai, quel, que coisa linda! "às vezes eu não sei quando é chuva ou quando é choro". isso me lembrou a personagem "fernanda" de 100 anos de solidao... quando ele diz que ela nao se importava com a chuva que caia em macondo, porque era como se tivesse chovido a vida toda pra ela. ou qq coisa que o valha. é lindo!
a minha saudade é destas coisas que você escreve por aqui... Lindo! =*
Ei Raquel!
Que carinho n'alma. Que lindo!
Você não deixou seu e-mail...
Beijo grande!
Cleo
Ateliê de Moda
Que coisa bonita,Raquel!Bonita mesmo,feito saudade que dói,e feito chuva-choro(o que dói tb pode ser bonito,se for de verdade)
bjo!
lindinha, um passeio bom danado, nesse vale...
uma inquietude gostosa feito coceira de bicho-de-pé.
beijo pra vc, quel!
Tô de volta ao mundo virtual. Tirando a ferrugem e limpando a poeira. (rs)
Postar um comentário